23.9.17

Tem dias em que preciso me afastar das notícias para respirar melhor.
Senão penso nas pessoas que perderam suas vidas, familiares, casas e tudo mais com os furacões.
Perco o sono pensando nas crianças soterradas no México.
Me coloco no lugar das pessoas de bem da Rocinha que encontram-se no meio do fogo cruzado entre facções rivais e agora o exército.
São todos cenários que remetem à guerras.
Isso sem falar dos E.U.A. e Coréia do Norte.
Sou radicalmente da paz, sou contra toda e qualquer idéia de confronto, porque no meu entendimento numa guerra não há vencedores, somente inúmeras perdas.
E nesse meu afastamento vem minha mãe e diz:
- É que estou muito velha, senão eu ia lá trabalhar com os Médicos sem Fronteiras.
Claro que concordo com ela.O trabalho deles é admirável, eles fazem muito e mesmo assim ainda é pouco.
Porque somente conhecer o passado não parece ser o suficiente!


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